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Corpos Turvos

A primeira obra da Trilogia em Dança-Tragédia

Informações 

Classificação Indicativa: Auto Classificação 16 anos (A16)
Duração: 42 minutos
Espetáculo na íntegra:  https://youtu.be/wweoyUIdrpQ
Versão Audiovisual: https://www.youtube.com/watch?v=YM2MW2qVQAM
Teaser: https://www.youtube.com/watch?v=IOEyeLk_k3c

Sinopse

Corpos Turvos é o primeiro gesto da Trilogia em Dança-Tragédia, projeto desenvolvido pelo Coletivo CIDA sob direção de René Loui, com interlocução dramatúrgica de Jussara Belchior. Sua pesquisa tem início em 2019, durante uma residência artística na Odisha Biennale, na Índia, onde a obra se delineia como um solo em processo, ainda em estado bruto.

 

Com a irrupção da pandemia, a criação sofre um deslocamento radical: o que seria um corpo só torna-se um corpo plural — e turvo. A peça migra para o audiovisual, atravessando confinamentos e redes, até reencontrar o espaço cênico presencial como um organismo coletivo, disforme e insurgente.

 

Corpos Turvos não é uma narrativa sobre superação, mas um manifesto sobre a instabilidade da carne, a violência da normatividade e a insistência em existir apesar de tudo. A obra convoca corpos não-hegemônicos a dançar a partir do que ainda vibra — mesmo fraturado, mesmo suspenso.

 

Acessibilidade não aparece como suplemento, mas como camada dramatúrgica incorporada. Gestos interrompidos, presenças hesitantes, falas que falham e imagens que se dissolvem compõem uma escritura cênica que problematiza “quem tem o direito de aparecer?”
“De se mover?” “De permanecer?”

 

Corpos Turvos não busca resposta.

É um estado. Um ruído.

Uma dança à beira do apagamento que, ainda assim, insiste em se fazer presença.

Ficha Técnica

Concepção, Direção Coreográfica e Direção Artística: René Loui
Interlocução Coreográfica e Dramatúrgica: Jussara Belchior
Intérpretes Criadores: Ana Cláudia Viana, Jânia Santos, Marconi Araujo, Pablo Vieira, René Loui e Rozeane Oliveira
Captação e Operação de Som: De Oliveira Produções Musicais
Trilha Sonora Original: René Loui e Fabián Avilla Elizalde
Acessibilidade: Coletivo CIDA
Roteiro, Tradução e Interpretação para LIBRAS: Brígida Paiva / Edécio Karam
Roteiro Audiodescrição: Arthur Moura e René Loui
Locução Audiodescrição: Nara Kelly
Audiovisual: Coletivo CIDA
Captação de Imagens e Edição: Wallace Santos
Imagens de Divulgação: Brunno Martins e Renato Mangolin
Web Designer e Peças Gráficas: René Loui
Identidade Visual: Casulo Cria
Designer e Operação de Iluminação: Leila Bezerra
Produção Executiva e Coordenação Financeira: Arthur Moura
Produção Geral: René Loui
Assessoria de Comunicação: Cecília Oliveira
Elaboração de Projeto: Arthur Moura e René Loui
Prêmios da Trilogia: Prêmio Funarte - Dança Acessível - Acessibilidança 2021, Prêmio Sesc de Artes Cênicas 2022, pelo Prêmio Funarte de Estímulo ao Teatro 2022, Edital Sesc Pulsar 2022 e pelo Prêmio Funarte Circulação das Artes - Edição Centro-Oeste
Patrocínios de Criação: Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2021, Prêmio Sesc de Artes Cênicas 2022 e Prêmio Funarte de Estímulo ao Teatro 2022
Realização: Coletivo CIDA

COLETIVO CIDA E CASA TOMADA PRODUÇÕES 41.907.888/0001-28

Avenida João Ferreira de Melo, 05, Capim Macio, Natal - Rio Grande do Norte, Brasil
coletivocida@gmail.com

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