5 ANOS 
CINCO NOVAS CRIAÇÕES

 

No mês de novembro, o Coletivo CIDA completa cinco anos de existência e resistência em solo potiguar e comemora realizando o lançamento de cinco novos trabalhos acessíveis. Serão quatro espetáculos virtuais e um livro em três versões: audiolivro, livro virtual e livro impresso.

 

Realizar as traduções de cada uma de suas produções por meio de ferramentas comunicacionais, assim como desenvolver eventos e ações formativas acessíveis é uma vontade que acompanha o coletivo CIDA desde sua criação e que agora, graças à soma de muitos esforços, se torna possível. Para comemorar este percurso, anunciamos o lançamento de cinco novos trabalhos que estão sendo pensados, desde sua concepção coreográfica ou literária, de modo acessível. Atravessados pelos impactos da tecnologia trazidos pelo cenário pandêmico, estamos utilizando ainda mais as tecnologias assistivas como propulsão criativa, redescobrindo as relações entre artista e público, agora, prioritariamente mediadas pelas telas.

 

“Temos a sorte também de poder contar com uma equipe de artistas e profissionais extremamente potentes e dedicados.” Pontua Arthur Moura, um dos idealizadores do Coletivo CIDA.  “A ficha técnica de cada destes novos trabalhos que estão sendo lançados, contam com incríveis profissionais do Rio Grande do Norte ou de diversas outras localidades com quem temos a honra de compartilhar experiências criativas.” Completa René, outro dos idealizadores do Coletivo.

 

Com início no dia 31 de outubro, indo até o dia 28 de novembro, todos os domingos teremos um novo lançamento. No primeiro domingo, dia 31 de outubro, às 18h, damos início às comemorações dos cinco anos com a exibição do espetáculo infantil DO OUTRO LADO DO AVESSO. No dia 07 de novembro, às 20h, teremos o lançamento da nova versão do espetáculo Estado Transitório. No dia 14 de novembro, às 16h, temos o lançamento do Livro - Dança Residências Artísticas e Composição em Tempo Real, na Mostra de Dança do Itaú Cultural, exclusivamente através do Sympla/Zoom do Itaú Cultural. No dia 21 de novembro, às 20h, estreamos o espetáculo Protocolos Pandêmicos de Dança. 


E para finalizar as comemorações, no dia 28 de novembro também às 20h, lançamos o espetáculo Corpos Turvos.

DO OUTRO LADO DO AVESSO
DO OUTRO LADO DO AVESSO

Imagens dos bastidores das gravações do espetáculo. Set de filmagem branco, com fundo e chão predominantemente branco. Nas imagens, os bailarinos René, Rozeane e Jânia, a equipe audiovisual e a equipe de produção.

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DO OUTRO LADO DO AVESSO
DO OUTRO LADO DO AVESSO

Imagens dos bastidores das gravações do espetáculo. Set de filmagem branco, com fundo e chão predominantemente branco. Nas imagens, os bailarinos René, Rozeane e Jânia, a equipe audiovisual e a equipe de produção.

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DO OUTRO LADO DO AVESSO
DO OUTRO LADO DO AVESSO

Imagens dos bastidores das gravações do espetáculo. Set de filmagem branco, com fundo e chão predominantemente branco. Nas imagens, os bailarinos René, Rozeane e Jânia, a equipe audiovisual e a equipe de produção.

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DO OUTRO LADO DO AVESSO
DO OUTRO LADO DO AVESSO

Imagens dos bastidores das gravações do espetáculo. Set de filmagem branco, com fundo e chão predominantemente branco. Nas imagens, os bailarinos René, Rozeane e Jânia, a equipe audiovisual e a equipe de produção.

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do outro lado do avesso

DO OUTRO LADO DO AVESSO, segundo espetáculo infantil do Coletivo CIDA, tem direção coreográfica de René Loui e Rozeane Oliveira. A obra envolve através de uma abordagem lúdica, temáticas que partem da pluralidade da vida contemporânea a partir das singularidades dos corpos, tendo o universo infantil, jogos e brincadeiras das infâncias dos intérpretes-criadores como propulsão para a construção de imagens coreográficas. 

 

O espetáculo possui uma narração descritiva, que leva o espectador a desbravar e descobrir as inúmeras possibilidades que O OUTRO LADO DO AVESSO, um universo novo, branco e infinito, pode proporcionar. Os três artistas em cena realizam descobertas e ressignificações de clássicas brincadeiras e jogos infantis. 

 

Formado por um elenco não hegemônico, de artistas negros com e sem deficiências, o CIDA, apresenta sua mais nova criação audiovisual em dança, o espetáculo já nasce pensado pelas vias audiovisuais, a partir da parceria contínua com a produtora cinematográfica Ilha Deserta, que assim como o Coletivo CIDA, pensa a acessibilidade enquanto propulsão criativa. Assim como as demais iniciativas do Coletivo CIDA, essa nova produção fundamenta-se por proporcionar a criação de um olhar igualitário sobre o corpo negro e sobre a pessoa com deficiência. 

 

René e Rozeane integram o elenco do espetáculo DO OUTRO LADO DO AVESSO ao lado da artista convidada Jânia Santos. A obra conta com uma trilha sonora original desenvolvida pelo músico Paulo de Oliveira, tem direção de vídeo assinada pelo cineasta Gustavo Guedes, edição de João Augusto e direção de fotografia de Tiago Lima.
 

Parceiros: Casa Tomada, Ilha Deserta, Comunica Ceci, Prisma Filmes

Apoio: Lei Aldir Blanc - Natal, Prefeitura do Natal, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

Realização: CIDA - Coletivo Independente Dependente de Artistas

ESTADO TRANSITÓRIO
ESTADO TRANSITÓRIO

Na imagem, o corredor de uma casa abandonada, com paredes descascadas recobertas por limo. muitos escombros no chão e quatro pessoas, dois homens e duas mulheres: Diogo, René, Mainá e Rozeane. Diogo é um homem preto, cabelos cacheados curtos, bigode e cavanhaque pretos, possui tatuagens espalhadas por todo o corpo, veste bermuda estampada nas cores azul e laranja, camisa azul e usa tênis na cor marrom. René é um homem preto de cabelos e barba raspados, veste camiseta regata na cor preta, bermuda

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ESTADO TRANSITÓRIO
ESTADO TRANSITÓRIO

Na imagem, o corredor de uma casa abandonada, com paredes descascadas recobertas por limo. muitos escombros no chão e quatro pessoas, dois homens e duas mulheres: Diogo, René, Mainá e Rozeane. Diogo é um homem preto, cabelos cacheados curtos, bigode e cavanhaque pretos, possui tatuagens espalhadas por todo o corpo, veste bermuda estampada nas cores azul e laranja, camisa azul e usa tênis na cor marrom. René é um homem preto de cabelos e barba raspados, veste camiseta regata na cor preta, bermuda

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ESTADO TRANSITORIO
ESTADO TRANSITORIO

Na imagem, o corredor de uma casa abandonada, com paredes descascadas recobertas por limo. muitos escombros no chão e quatro pessoas, dois homens e duas mulheres: Diogo, René, Mainá e Rozeane. Diogo é um homem preto, cabelos cacheados curtos, bigode e cavanhaque pretos, possui tatuagens espalhadas por todo o corpo, veste bermuda estampada nas cores azul e laranja, camisa azul e usa tênis na cor marrom. René é um homem preto de cabelos e barba raspados, veste camiseta regata na cor preta, bermuda

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ESTADO TRANSITÓRIO
ESTADO TRANSITÓRIO

Na imagem, o corredor de uma casa abandonada, com paredes descascadas recobertas por limo. muitos escombros no chão e quatro pessoas, dois homens e duas mulheres: Diogo, René, Mainá e Rozeane. Diogo é um homem preto, cabelos cacheados curtos, bigode e cavanhaque pretos, possui tatuagens espalhadas por todo o corpo, veste bermuda estampada nas cores azul e laranja, camisa azul e usa tênis na cor marrom. René é um homem preto de cabelos e barba raspados, veste camiseta regata na cor preta, bermuda

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estado transitório

O  espetáculo Estado Transitório, criado no ano de 2018 como uma peça coreográfica, Estado Transitório é fruto da Residência Artistica Nu Escuro, e tem assinatura dos coreógrafos René Loui e Rozeane Oliveira. O espetáculo tem sua remontagem no ano de 2021, agora pensado pelas vias de uma produção audiovisual de dança acessível, novo ponto de pesquisa e interesse do Coletivo CIDA. 


A obra, também conta com a parceria da Ilha Deserta Filmes e assim como as demais produções do CIDA, pensa a acessibilidade intrínseca ao trabalho. Estado Transitório conta com recursos de acessibilidade comunicacional, através de LIBRAS e audiodescrição. Fragilidade, vulnerabilidade e ao mesmo tempo resistência, são alguns dos estímulos coreográficos utilizados para a criação do espetáculo Estado Transitorio, que se concretiza como uma metáfora sobre a vida do artista independente. A obra traz à tona, por meio da linguagem subjetiva da dança produzida pelo Coletivo CIDA, as realidades, instabilidades e identidades de quatro artistas pretos, residentes da cidade de Natal. 


Mainá Santana e Diogo Ricardo são convidados para se unirem a René e Rozeane, para que assim, juntos sejam o corpo desta nova produção. O momento mais difícil pode também ser o mais criativo. Sempre entre meios. Sempre em trânsito. Um transe que se repete. Um constante Estado Transitório.


Este projeto conta com recursos da Lei Aldir Blanc - Rio Grande do Norte por meio da Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal do Brasil 


Realização: CIDA - Coletivo Independente Dependente de Artistas

LIVRO ACESSÍVEL : DANÇA, RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS E COMPOSIÇÃO EM TEMPO REAL
LIVRO ACESSÍVEL : DANÇA, RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS E COMPOSIÇÃO EM TEMPO REAL

LIVRO ACESSÍVEL : DANÇA, RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS E COMPOSIÇÃO EM TEMPO REAL

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LIVRO ACESSÍVEL : DANÇA, RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS E COMPOSIÇÃO EM TEMPO REAL
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LIVRO ACESSÍVEL : DANÇA, RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS E COMPOSIÇÃO EM TEMPO REAL
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LIVRO ACESSÍVEL : DANÇA, RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS E COMPOSIÇÃO EM TEMPO REAL
LIVRO ACESSÍVEL : DANÇA, RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS E COMPOSIÇÃO EM TEMPO REAL

LIVRO ACESSÍVEL : DANÇA, RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS E COMPOSIÇÃO EM TEMPO REAL

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livro - dança, residências artísticas e composiçÃo em tempo real

Livro Performativo, em três versões, audiolivro, livro virtual e livro impresso.
 

Dando continuidade às comemorações dos cinco anos do Coletivo CIDA, no dia 14 de novembro de 2021, às 16h, via sympla/zoom do Itaú Cultural, ocorrerá o lançamento ao vivo do livro acessível Dança - Residências Artísticas e Composição em Tempo Real, dentro da programação da Mostra de Dança do Itaú Cultural com participação do autor René Loui.

A obra apresenta, de modo poético, inclinações, diálogos, reverberações, desvios, tangências, espasmos, fronteiras, reflexos, soluços, ecos, sombras, vibrações, fluências e conversas acerca de uma busca por compreender e problematizar as muitas possibilidades das práticas em dança a partir da composição em tempo real.

Trata-se da exacerbação rizomática de parte dos processos criativos do autor René Loui dentro do Coletivo CIDA, originados pela confluência entre as vivências de uma residência artística para com o diálogo desse artista com as técnicas de composição em tempo real na dança. 

Livro Virtual - realizado com recursos da Lei Aldir Blanc - Natal, através da SECULT/FUNCARTE, Secretaria Municipal De Cultura, Fundação Cultural Capitania Das Artes, Prefeitura do Natal, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal do Brasil.

 

Audiolivro - realizado com recursos da Lei Aldir Blanc Rio Grande do Norte, através da Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal do Brasil.

Livro Impresso - realizado com recursos do SEBRAE/RN, por meio do Edital de Economia Criativa 2021.

Lançamento e Distribuição - O lançamento nacional e a distribuição gratuita deste livro foram realizados com o apoio direto do Itaú Cultural.

protocolos pandêmicos de dança

Com interlocução coreográfica e dramatúrgica de Alejandro Ahmed, diretor do Grupo Cena 11 Cia de Dança (Santa Catarina), PROTOCOLOS PANDÊMICOS DE DANÇA é uma iniciativa dos coreógrafos René Loui e Rozeane Oliveira, que investigam juntos, no Coletivo CIDA, outros modos e fazeres para uma dança atravessada pelos ritos e protocolos trazidos pela pandemia.

 

Com pesquisa iniciada no ano de 2020, PROTOCOLOS PANDÊMICOS DE DANÇA, ainda em sua fase fetal, pensada pelas vias audiovisuais, será levada a público, através do nosso canal no YouTube, a fim de recolher impressões e depoimentos diversos, que sirvam como estímulo coreográfico para o desenvolvimento de uma obra híbrida, que relacione em seu fazer os meios digitais aos presenciais, que friccione corpo e tecnologia, uma obra que aproxime quem convencionalmente faz, de quem convencionalmente assiste e, se possível, borrando esses papéis.

 

Os espectadores serão incentivados a compartilhar suas impressões e relatos de experiências, por meio de textos, áudios, vídeos, ou quaisquer outros meios, transformando-os em agentes ativos na construção subjetiva da obra final, ou seja, o espectador passa a fazer parte do processo criativo que moldará as próximas etapas da construção do espetáculo. O propósito é conectar e aproximar o espectador dos processos criativos do Coletivo CIDA. 

 

Os latentes interesses que aproximaram o Coletivo CIDA de Alejandro Ahmed se fazem presentes de modo irrefutável nas discussões - teóricas ou coreográficas - que tangem os criadores René e Rozeane. Exaustão, transitoriedade, limítrofes, pluralidade de existência. A exibição é apenas o princípio dessa jornada. Não se espera com esse trabalho a criação de uma metodologia para danças pandêmicas, mas sim o desenvolvimento de mecanismos que sobrevivam na vida pós pandêmica. 

 

Serão convidados outros artistas atuantes da cena potiguar para se juntarem nesse percurso de danças pandêmicas. A continuidade do processo será compartilhada por meio das redes sociais do Coletivo, que pretende exibir a obra, em sua fase final, de modo presencial no primeiro semestre de 2022.

 

Apoio: Lei Aldir Blanc - Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal

 

Realização: Coletivo Independente Dependente de Artistas

PROTOCOLOS PANDÊMICOS DE DANÇA
PROTOCOLOS PANDÊMICOS DE DANÇA

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PROTOCOLOS PANDÊMICOS DE DANÇA
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PROTOCOLOS PANDÊMICOS DE DANÇA
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PROTOCOLOS PANDÊMICOS DE DANÇA
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CORPOS TURVOS
CORPOS TURVOS

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CORPOS TURVOS
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CORPOS TURVOS
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CORPOS TURVOS
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corpos turvos

Finalizando as ações de comemoração, no dia 28 de novembro de 2021 teremos o lançamento de CORPOS TURVOS, espetáculo com pesquisa iniciada no ano de 2019, a partir da Residência Artística na Odisha Biennale, na Índia. A obra inicialmente pensada como um espetáculo solo para os formatos presenciais, se concretiza em 2021, a partir de uma residência artística virtual entre René Loui e Jussara Belchior (SC), dois pesquisadores das diferenças na dança.

O processo criativo foi avassaladoramente atravessado pelos protocolos pandêmicos e origina uma obra coletiva, híbrida e com tecnologias assistivas intrínsecas. 

 

Como resultado estético do encontro destes dois artistas, surge o espetáculo Corpos Turvos em sua versão teste, uma obra audiovisual em dança, desenvolvida colaborativamente entre o Coletivo CIDA, a Ilha Deserta Filmes e a Astromar Filmes. Corpos Turvos foi pensado coreograficamente de modo a não excluir a pessoa com deficiência, contrariamente, se constrói a partir das possibilidades de cada corpo que dança.


A obra conta com concepção, direção coreográfica e artística de René Loui (MG/RN), interlocução dramatúrgica e coreográfica de Jussara Belchior (SC), direção de vídeo de Gustavo Guedes, direção de fotografia de Pedro Medeiros (Brasil/Tailândia), trilha sonora de Fabian Avilla Elizalde (México), participação sonora de Katharina Vogt (Alemanha) e para cada nova exibição conta com um elenco formado por um núcleo não hegemônico de artistas e técnicos com e sem deficiências moradores da cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. Para essa exibição, foram convidados dois importantes artistas da cena norte-rio-grandense: Pablo Vieira e Rozeane Oliveira, co-fundadora do Coletivo CIDA.
 

Corpos Turvos problematiza pela linguagem da dança os padrões de invisibilização de corpos pretos, pobres, periféricos, soropositivos, corpos pertencentes da ampla comunidade LGBTQIAP+ e ainda corpos com alguma deficiência. Corpos turvos é uma urgência da sobrevivência, é um pedido por empatia, é um grito de socorro para que esses corpos deixem de ser números. 

 

Parceiros: Casa Tomada, Ilha Deserta, Sociedade T, Comunica Ceci, Casa da Ribeira.

 

Apoio: Lei Aldir Blanc - Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

 

Realização: Coletivo Independente Dependente de Artistas.